A história do circo no Brasil não vem do parlamento nem reside no ponto da marmelada, mas remonta o século XIX com as lonas estrangeiras que fomentaram a arte. Antes disso, no entanto, grupos de saltimbancos ligados às companhias de teatro faziam apresentações em todos o país, fato que é considerado como a origem de tudo para alguns historiadores.
Mas a história oficial registra o nascimento em 1828, com o português Manoel Antônio da Silva. Ele apresentou num ato só uma dança sobre um cavalo a galope, usando como local de exibição uma residência particular. No séc. XIX a primeira companhia estrangeira foi o Circo Bragassi (1830). Famílias circenses estrangeiras acabaram por incentivar a arte no Brasil.
A partir da II Guerra o teatro buscou espaço no circo. Era uma oportunidade de os artistas se apresentarem usando uma montagem ágil e simples. Grande Otelo e Dercy Gonçalves foram atores que participaram do circo-teatro e fizeram sucesso com as obras "Coração materno", "O colar perdido" etc.
Destacaram-se durante o século XX os palhaços Chicharrão (José Carlos Queirolo), Piolim (Abelardo Pinto), Arrelia (Waldemar Seyssel) e, o mais popular, Carequinha (George Savalla Gomes). Em 1982 foi criada a Escola Nacional de Circo.
O
Sindicato dos circos estimou em
Fonte: Dicionário Temático da Lusofonia.

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